quinta-feira, 27 de março de 2008

Extra! Gucci! Luxo! Top!




Extra! Extra! Luxo! Luxo! Gucci! Gucci!
Poderia esta ser a afetada manchete da poderosa revista americana Forbes para assinalar o ranking
World's Most Desirable Luxury Brands – traduzindo - As Marcas de Luxo Mais Desejadas do Mundo, ainda traduzindo, as mais copiadas, pirateadas, inspiradoras, homenageadas ou como queira definir. São elas na ordem: Gucci, Chanel, Calvin Klein, Louis Vuitton, Christian Dior, Versace, Giorgio Armani, Ralph Lauren, Prada e Yves Saint Laurent.A listazinha é resultado da pesquisa feita pela consultoria The Nielsen Company que entrevistou 25 mil consumidores em 48 países e a pergunta era: qual etiqueta as pessoas gostariam de poder comprar se não tivessem que se preocupar com preço e/ ou dinheiro? Detalhe luxo para o mundo bussiness: um dos motivos da liderança da Gucci são as mãos de ferro do boss da marca, Mark Lee, que ocupa o cargo de presidente desde 2004 com a saída de Tom Ford. Já para o mundo fashion, a culpa é toda dos belos olhos de Ford que levou às alturas.



Babado luxo


Sobre o episódio Ford VERSUS Gucci vale lembrar que em 1° de maio de 2007, na ocasião da abertura da loja própria de Tom Ford, aliás, ele chega a Daslu em breve, em Manhattan o executivo da Gucci, Robert Polet deu declarações tipo: a Gucci não vê o nome do estilista que trabalha para ela como sendo mais importante do que a própria grife. “Embora a proeminência de designers reforce as marcas, elas perduram aos nomes de seus funcionários”. Referindo-se a Ford, célebre por ter levantado a marca italiana. Na Vanity Fair, de dezembro último, Francois Pinault , presidente da Gucci e proprietário do conglomerado de luxo PPR, afirmou: “não guardo mágoas, mas teria sido melhor se eu não o tivesse nomeado”. Já Serge Weinberg, sócio do grupo afirmou: “Ford perdeu todo o tipo de contato com a realidade”. Ele não tinha experiência necessária para gerenciar uma empresa do porte da Gucci.
Quanto a Ford, no alto da sua beleza, genialidade e mãos de marketing, muito mais que de tesouras, se mostrou surpreso com as declarações: “é surpreendente. Se a Gucci está onde está hoje é graças ao trabalho que fiz na casa por 14 anos”.No lugar do belo sonho de consumo texano, sorry, Tom Ford, ficou a corretinha, discreta e anônima Frida Giannini. Difícil substituir Tom!

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