Definitivamente Roberto Carlos virou uma grife! Primeiro um perfume, claro, chamado “Emoções”, depois uma série de carros em tons de azul e branco... Estranho não?! Esperemos!!
Nos anos 80 fui new wave, ouvia Janis Joplin, sonhava com as pérolas de Chanel - já usava seu number five - fiz um altar para Mary Quant (santa minissaia), fazia yôga para ser minimal nos 90 e amava os Jetsons. Na primeira década do terceiro milênio sinto um perfume de noir no ar, cansei do minimal, assumi minhas contradições e faço ode a estilo próprio.
Sou jornalista com formação, especialização e devoção a moda - não a roupa - mas a este fenômeno que é um depoimento expresso de uma história.
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